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Dubai - novos ventos do oriente

por Casino Billionaire




Prestes a ver suas reservas de petróleo se esgotarem, Dubai se transforma num grande canteiro de obras e investe pesado no turismo. Onde há 40 anos havia apenas uma tribo no deserto à beira-mar, hoje cresce um prédio de quase um quilômetro de altura, entre dezenas de outras construções cercadas de areia e de dunas que ainda não foram cobertas por asfalto ou integradas a algum parque criado pelo homem.


Dubai, um dos sete Emirados Árabes Unidos, banhado pelo Golfo Pérsico, era um lugar de mercadores, que só começou a aparecer para o mundo depois da descoberta de petróleo em suas águas, em 1966. Mas este petróleo está perto de acabar, já na próxima década. Para que Dubai sobreviva sem ele, o xeque Mohammed bin Rashid al Maktoum, vice-presidente dos Emirados e governante de Dubai, investe para que o emirado continue como um importante centro de comércio no Oriente Médio. Outro objetivo claro é consolidar Dubai, que já recebe 9 milhões de visitantes por ano, como destino turístico.


Dubai - novos ventos do oriente


O centro antigo de Dubai é dividido em dois pelo Creek


O centro antigo de Dubai é dividido em dois pelo Creek


CENTRO – Dubai é o mais ocidentalizado dos Emirados Árabes Unidos. Na segunda maior cidade dos Emirados – a maior é a capital, Abu Dhabi, mas a população é menor – com 1,6 milhão de habitantes, aparentemente todo mundo fala inglês corretamente, a sinalização da rua e os cardápios dos restaurantes são em árabe (a língua oficial) e inglês, há jornais de língua inglesa e as lojas dos shoppings são as mesmas de qualquer grande cidade européia ou americana, por exemplo. Comparado à Arábia Saudita e ao Irã, países vizinhos, Dubai é tolerante com outras religiões, mas segue o islamismo, e o visitante não se esquece disso em momento algum: homens com longas túnicas brancas e mulheres com vestes negras estão por todos os lugares, ouve-se o chamado das mesquitas para as orações cinco vezes ao dia, há panos pretos nas praças de alimentação dos shoppings isolando a área em que é permitido consumir bebidas alcoólicas, apenas para estrangeiros.


O centro antigo de Dubai é dividido em dois pelo Creek, um riacho que, na realidade, é um braço de mar do Golfo Pérsico que avança alguns quilômetros pela cidade. A margem norte é conhecida como Deira e, a outra, como Bur Dubai. Vamos por Bur Dubai, pelo bairro de Bastakiya, para um paradoxal centro histórico datado de ainda há pouco, do início do século 20. Como Dubai é um lugar sem resquícios de passado mais longínquo, a área considerada centro histórico é uma espécie de museu a céu aberto. As casas, a maioria apenas para turista ver, foram reformadas ou mesmo reconstruídas e estão tinindo de novas, abrigando restaurantes ou galerias de arte, mas é possível ter uma idéia de como a cidade era antes da descoberta do petróleo.


O destaque da arquitetura são os pátios internos e as torres de vento tradicionais da região do Golfo Pérsico, que podem ser vistas em outros prédios mais modernos da cidade, hoje já sem a função original de refrigeração.


Dubai - novos ventos do oriente


Siga adiante, que logo depois vem o Dubai Museum. No pátio do forte Al Fahidi, a construção mais antiga da cidade, do final do século 18, restaurada em 1970, encontram-se poços, antigos barcos de madeira, camas para dormir ao ar livre e exemplos de construções com corais. Tirados do mar ali em frente, eles foram os tijolos das primeiras casas.


Na mesma região, na direção do Creek, fica uma lindíssima mesquita iraniana. Como em todas as centenas de outras de Dubai, com exceção de uma na praia de Jumeirah, não é permitida a entrada de não-muçulmanos. Mas o exterior decorado com azulejos coloridos justifica a ida até lá.


Dubai - novos ventos do oriente


Praia Jumeirah - Dubai


MERCADOS – O passeio pelo centro histórico de Dubai, no bairro de Bastakiya, pode ser feito tranqüilamente em uma manhã. Em seguida, a opção é fazer uma parada para almoçar, antes de rumar para os mercados. Depois, retorne para a margem do Creek e pegue uma barcaça, chamada de abra, para atravessar o riacho. Do outro lado do Creek, em Deira, ficam os mercados de especiarias e ouro. Você pode chegar em Deira pegando um táxi, ou mesmo a pé; há muitos hotéis na região, mas, em algum momento, atravesse o Creek de abra. É uma das suas poucas chances de conviver com a população local.


À noite, também é possível navegar pelo Creek em barcos de madeira chamados dhows. O Dhow Cruise é aquele programa clássico de jantar em sistema de bufê, um vinho “da casa” mais ou menos e música árabe de qualidade duvidosa ao fundo. Reserve uma mesa longe da fila da comida e aproveite a vista. É muito bonito ver a cidade toda iluminada e a vida à beira do riacho de água salgada.


Uma das atrações turísticas de Dubai são os vários shoppings centers, com lojas livres de impostos. Nestes mesmos centros comerciais, há estabelecimentos especializados em produtos árabes. Porém, para uma experiência mais autêntica, nada se compara a algumas horas de caminhada pelos labirintos dos souks, à beira do Creek. Prefira as horas do fim da tarde, quando o calor diminui um pouco. As ruas e as lojas se misturam umas às outras, mas é tudo limpíssimo. Como, aliás, toda a cidade. Dubai também registra um índice baixíssimo de violência e não há pedintes de rua.


São dois os principais souks: o Spice Souk, de especiarias, e o Gold Souk, com centenas de lojas de jóias de ouro de diferentes quilates. É difícil dizer onde acaba um e começa outro. E entre uma joalheria e uma banca de temperos, há dezenas de lojas vendendo tradicionais vestimentas árabes, panos para cabeça de homens e mulheres, pashminas, túnicas indianas, tapetes persas, luminárias e quinquilharias em geral. O Gold Souk é considerado um dos maiores do mundo. No Spice Souk, além de temperos, há frutas secas e incensos.


LITORAL – Dubai surgiu às margens do Creek. Agora a cidade cresce para o sul, acompanhando o litoral do Golfo Pérsico. A longa e ampla Sheikh Zayed Road começa no centro, passa pela costa e vai até Abu Dhabi, a capital dos Emirados. É em torno dela que a cidade se expande, seja dos dois lados da avenida, ou no litoral, um pouco adiante. O atual prédio mais alto do mundo, o Burj Arab, está sendo erguido ali, assim como dezenas de outras construções cheias de vidros e espelhos, a grande maioria financiada pelo governo.


Saindo da Sheikh Zayed em direção ao mar, encontra-se Jumeirah, um bairro residencial com casas e prédios baixos e a única mesquita da cidade aberta a não-muçulmanos, com visitas guiadas em determinados dias e horários. Enquanto o Burj Dubai não fica pronto, estão na Praia de Jumeirah os dois principais símbolos arquitetônicos da cidade. Um é o luxuoso hotel em forma de vela de barco, o Burj al Arab. Inaugurado em 1999, com 321 metros de altura, é o único que pode ser chamado de ícone, apesar das muitas construções dos últimos anos. O outro forte candidato é o primeiro dos quatro conjuntos de ilhas artificiais que estão sendo construídos em Dubai, Palm Jumeirah, um pouco mais ao sul, em uma nova área de expansão da cidade, chamada Marina. Em formato de palmeira, as ilhas-folhas estão prontas, e as casas construídas em cima delas começam a ser habitadas.


O que dificulta um pouco a transformação em ícone é que só dá para perceber o formato de palmeira do alto, da Estação Espacial Internacional da Nasa, por exemplo. Ou do restaurante no topo do Burj al Arab, instalado em uma plataforma que parece solta no ar, sobre o mar. Do outro lado do edifício há um heliponto, também flutuando no ar.


Se do lado de fora as linhas brancas do Burj al Arab lembram a vela de um barco e atraem as lentes das máquinas fotográficas, por dentro a história é outra. Projetado pelo arquiteto Tom Wright e erguido sobre uma pequena ilha artificial, o hotel é uma profusão de cores fortes, folhas de ouro, flores coloridas, arabescos, xadrezes, mármores, águas dançantes e tâmaras – aliás, tâmaras e tamareiras estão por toda parte e, tirando elas, não há muito mais na categoria flora. É uma experiência visual e sensorial ininterrupta, inclusive nos 202 quartos, todos suítes de dois andares.


Palm Jumeirah é a primeira de três palmeiras, cada uma maior do que a outra. Uma das suas atrações será o navio Queen Elizabeth 2, comprado por US$ 100 milhões para virar um hotel de luxo. Na ilha-tronco, será instalada uma Trump Tower. Outro hotel de luxo, o Kempinski, tem inauguração prevista para 2009. As outras duas palmeiras, Jebel Ali e Deira, estão em construção, assim como o complexo de 300 ilhas The World, que reproduzem o mapa-múndi. Cada ilha tem o formato de um país, e elas podem ser avistadas do restaurante do Burj.


Dubai - novos ventos do oriente





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Comentários


Nome: huelenton mauricio schafer;
Comentário: cara, esse lugar é demais
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